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Mitos e verdades sobre comida saudável

    Não faltam dicas e conselhos na hora de falar sobre alimentação e grupos alimentares. Algumas dicas sugerem alimentos ditos “saudáveis” e, na verdade, não são e outros caracterizados como “vilões” que, pro sua vez, não são tão prejudiciais quanto dizem.

    Confira alguns exemplos e conheça a diferença:

    1) Os carboidratos são vilões 

    Mito! Os carboidratos são nutrientes energéticos essenciais para o corpo. É preciso escolher alimentos contendo carboidratos de qualidade, presentes nos vegetais, tubérculos, frutas, grãos integrais e sementes.

    2) Leite faz mal 

    Mito! O problema é que o leite encontrado atualmente no mercado contém uma infinidade de conservantes. As proteínas presentes na bebida são consideradas alergênicas. Para pessoas que toleram bem o seu consumo, não é necessária a exclusão completa, mas é possível alternar sua ingestão com bebidas vegetais à base de aveia e amêndoas, entre outras.

    3) Um prato ideal de comida deve ter quais grupos alimentares e em quais quantidades?

    Um prato ideal deve conter alimentos dos três grupos a seguir: cereais, grãos, tubérculos, carnes, peixes, leguminosas e vegetais, folhagens, legumes.

    4) Alimentos integrais são sempre melhores que os brancos?

    Na maioria das vezes, verdade! Os alimentos integrais ajudam a melhorar o intestino e o equilíbrio do corpo, por conta de ter maior concentração nutricional, além de promover energia de forma duradoura. Seu consumo deve ser equilibrado, visto que mesmo na versão integral, os alimentos contém calorias, gorduras e sódio.

    5) Existe algum alimento que ajude a emagrecer, como chás, água com limão em jejum, fibras?

    Mito! O conjunto de hábitos alimentares é a chave para o sucesso do emagrecimento. Nenhum alimento isoladamente é capaz de atuar pró ou contra a queima de gordura, por não apresentar ação milagrosa.

    6) As propriedades nutricionais dos alimentos são afetadas quando os congelamos?

    Verdade! É possível que ocorra a perda de até 15% de alguns nutrientes presentes nos alimentos, como as vitaminas, quando são congelados. A forma de preparo e de congelamento pode ajudar a reduzir essa perda.